segunda-feira, 30 de julho de 2012


Se faltar a paz, se faltar a paz, Minas Gerais...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

“Separei-me de minha esposa porque ela era terrívelmente infantil. Uma vez, eu estava a tomar banho na banheira, e ela afundou todos os meus barquinhos sem nenhum motivo aparente.”

— Woody Allen

“Esperanças perdidas desgastam a fé.”


-Rízia Luiz
“Parece bobo sorrir para o sol invadindo a sala pela manhã, ver sentido em uma música melodramática e até se sentir orgulhosa por ter completado a faxina. É que as vezes parece pouco, mas é tudo.
Parece otimismo demais ser feliz apenas pelas palavras que recebe. É simples, porém faz todo o sentido quando se tem amor.
Independente de como vem, de onde vem e o porquê vem. Ah, o amor, não é por ele que vivemos?”


- Rízia Luiz

quarta-feira, 2 de maio de 2012


Chega uma hora que cansa nadar contra a maré.
Automaticamente você para de bater os braços e apenas boia.
Você resolve fazer algum sinal, pedir socorro, gritar, deixar em alto e bom tom que não aguenta mais. Deseja por fim ser resgatada por qualquer barco, bote, navio, qualquer coisa que te dê apoio e segurança, por mais que isso signifique desistir.
Mesmo que te leve na direção contrária, para onde tudo começou.
Deixa pra trás a luta que foi chegar até ali, você recua.
É como admitir que sozinha, eu não pude. Que sozinha, não havia porto de chegada para mim.

-Rízia Luiz

sexta-feira, 20 de abril de 2012





Deixemos de lado as crises existenciais, os dramas psicológicos, os complexos exagerados. Deixemos de chorar, no banheiro de um bar qualquer.

-Rízia Luiz


Tente enterrar junto com você suas casas, seus carros, suas jóias e seus cartões. Porque só assim, fará algum sentido viver somente para consegui-los.

- Rízia Luiz

Nos dias em que até o que é agradável se torna um imenso tédio.


-Rízia Luiz

quarta-feira, 11 de abril de 2012


Os planos e os sonhos nos acompanham durante todas as épocas de nossas vidas. O maior mistério é se eles vão se concretizar. E podemos chamar de milagre, as mínimas coisas que se realizam, seja o que sonhamos ou planejamos. Mas, há coisas que nem fazíamos ideia que aconteceriam. Pra essas coisas, eu chamo de Deus.


-Rízia Luiz

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Desci as escadas, era só mais uma chuva de verão.
Daquelas que chegam sem avisar e se vão sem você se dar conta.
Mas, não. Ela perdurou a noite toda, o dia inteiro seguinte, mais uma noite e mais um dia.
Em casa, "de molho" pensei. Um apartamento no alto e ao meio de tantos se torna grande quando se está sozinha.
Pela janela as luzes mostram outras solidões, umas acompanhadas, outras forjadas, mas cada uma em seu quadrado de paredes.
É nessa hora que você pega o telefone na tentativa de preencher o vazio.
Mas o vazio maior é que eu não tinha um número para discar.
Bobagem! Um número eu tinha, vários até. Afinal, para que servem as chamadas de emergência?
O maior problema é não ter o seu número.
Mais uma vez virei para o lado, escorei na janela e olhei a chuva. A chuva tem uma beleza triste.
Vi as luzes, a cidade imensa. Poderia ser a sua cidade.
Você poderia estar em alguma daquelas solidões. Você poderia.
E eu não poderia pensar tantas coisas em uma sexta-feira chuvosa.
Eu não poderia, mas aguentava firme.


-Rízia Luiz